Sabe aquela velha mistura de cappuccino, Strokes, Beatles, Killers, Bob Dylan, Kooks e álcool que eu faço? Então, hoje eu não resisti e juntei tudo, nada fazia sentido, mais estava tudo evidente. As letras me traduziam, e o álcool me deixava solta o suficiente para cantar mais alto que o som, dançar sobre o sofá e me sentir "bem", sem ter que dar minha cara a tapa na luz do sol, ou respirar poluição, e deixar que a brisa de um soco em meu estômago, apenas para me acordar e lembrar a realidade de me alimentar do que não existe mais, por músicas.
