Decidimos que seria definitivo, decidimos viver e esbarrar em outros e outras que decidiram fazer o mesmo que nós. Acostumamos com apenas o sol nos acordando, acostumamos com outras vozes aos ouvidos, com manias de outros, com a ausência de ambos. Esquecemos o que foi bom, e o que foi ruim também, esquecemos até o que não devia: um ao outro.
